25/04/2010 16:h37
Estou só... e tudo em mim é solidão
Estou só... e tudo em mim descansa
Pausa sempre pausa... e a distância
De tudo que fora, de tudo que era...
Distância do que sou agora....
A demora e a pressa sepultadas
Na mesma cova do esquecimento....
Estou só... e tudo em mim é solidão
Estou só e me acompanho por onde
Vago errantemente....
Eu quase demente desses outros “eus”
Que dizem de minhas recordações
Meu rosto no rosto de cada um de voz
Meu riso no infinito do meu olhar
Estou só e acompanhado
Nesse lago de lágrimas e emoções
Encarando de frente....bem a minha frente
Esse passado passeando em minha pele
Minha primeira primavera minha primeira flor
De esperas vencidas pelo tempo
O vento em meus cabelos soprando
A chegada de tantos sonhos
Que me acordaram para dores e felicidades
Estou só... ausência do que fui
E presença do sou agora....
Na alegria de quem me olha
Nas lembranças da minha e da tua infância
Eu você, e cada um de nós ainda criança
Correndo pelos ermos campos da vida....
Mas, aonde quer que estejamos
A vida será sempre a arte de se caminhar
E estar... sozinho.....!!!
domingo, 25 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Nossas flores
21/04/2010 12h:17
Como regar o mar... o meu peito
Meu espelho de lágrimas e feridas abertas
As marcas e rugas em minha testa
A fresta para divisar o mundo dos amores impossíveis
Os níveis de dores e flores pelos caminhos
Escritos nas palmas de minhas mãos
Como secar esse rio que insiste em correr
E fugir, e ir no porvir do fenir das tardes
Meu vale perdido em ermos campos
De vazio coração em desespero
E o beijo da solidão na canção dos ventos
Dizendo em meu pensamento... tudo é ilusão?!
Como não girar em teus braços
Feito um girassol tua flor preferida
Rimando com minhas dores as desventuras da vida
E a minha preferida que só no inverno
Nos apresenta o seu vermelho cor de sangue
Rima com as mesmas dores... tulipa
Tão frágil como o meu peito que o teu amor abriga
Como não escrever no vazio do papel
O deserto de minha alma deitada sobre as águas
Sob as asas dos pássaros abandonados ao acaso
De seu voo solitário e triste na busca incessante
Do dia perfeito do sol de todos os sois
Para queimar-se por completo em teu amor
Como regar o mar... o meu peito
Meu espelho de lágrimas e feridas abertas
As marcas e rugas em minha testa
A fresta para divisar o mundo dos amores impossíveis
Os níveis de dores e flores pelos caminhos
Escritos nas palmas de minhas mãos
Como secar esse rio que insiste em correr
E fugir, e ir no porvir do fenir das tardes
Meu vale perdido em ermos campos
De vazio coração em desespero
E o beijo da solidão na canção dos ventos
Dizendo em meu pensamento... tudo é ilusão?!
Como não girar em teus braços
Feito um girassol tua flor preferida
Rimando com minhas dores as desventuras da vida
E a minha preferida que só no inverno
Nos apresenta o seu vermelho cor de sangue
Rima com as mesmas dores... tulipa
Tão frágil como o meu peito que o teu amor abriga
Como não escrever no vazio do papel
O deserto de minha alma deitada sobre as águas
Sob as asas dos pássaros abandonados ao acaso
De seu voo solitário e triste na busca incessante
Do dia perfeito do sol de todos os sois
Para queimar-se por completo em teu amor
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Flores de saudades
12/04/2010 16h:43
Aqui em meu peito
Se deitam as lágrimas
Que banham à tarde
Em raios de sol
Aqui em meu peito
Se deita a tua imagem
Nos braços de minha solidão
Sinto o seu rosto
E abra-se a janela
Dos meus olhos que te buscam
E se desmancham
Fecho essa mesma janela
E a lágrima espessa fertiliza
O chão em flores de saudade
Aqui em meu peito
Se deitam as lágrimas
Que banham à tarde
Em raios de sol
Aqui em meu peito
Se deita a tua imagem
Nos braços de minha solidão
Sinto o seu rosto
E abra-se a janela
Dos meus olhos que te buscam
E se desmancham
Fecho essa mesma janela
E a lágrima espessa fertiliza
O chão em flores de saudade
Última resolução
12/04/ 2010 16h:22
Tudo parte de mim ao seu encontro
Se despede em adeus e em prantos
Me diz as lágrimas que regamos o céu
Que as estrelas são cristais de nossas feridas
Tudo parte de mim para os teus braços
Os meus traços são marcas de tuas mãos
E que são vãos os meus passos sem ti
Diz a estrada às plantas dos meus pés
Tudo que de mim vai ao teu encontro
Encontra-me em teus olhos brilhando
Minha felicidade em teu sorriso de saudade
Tudo que de mim vai ao teu encontro
Encontra-me em tuas caricias minhas vontades
Adormecidas em tuas mãos e minha solidão
Tudo parte de mim ao seu encontro
Se despede em adeus e em prantos
Me diz as lágrimas que regamos o céu
Que as estrelas são cristais de nossas feridas
Tudo parte de mim para os teus braços
Os meus traços são marcas de tuas mãos
E que são vãos os meus passos sem ti
Diz a estrada às plantas dos meus pés
Tudo que de mim vai ao teu encontro
Encontra-me em teus olhos brilhando
Minha felicidade em teu sorriso de saudade
Tudo que de mim vai ao teu encontro
Encontra-me em tuas caricias minhas vontades
Adormecidas em tuas mãos e minha solidão
quarta-feira, 31 de março de 2010
Abandono de mim
16h:36 31/03/2010
Tudo em mim te pertence
E eu não sabia...
Não sabia que te entregaria
Sem medida tudo o que sou
Que acordaria da escuridão
De minha angustiante alma
Para o brilho castanho esverdeados
Dos teus olhos de fogo
Tudo em mim é teu e te pertence
E eu não sabia...
Que era eu espera envelhecida
No porto de agonia divisando tua vinda
Que me jogaria em ti
Em desespero e aflição
E te estenderia com mãos
Ensangüentadas o próprio coração
Que minha ação única
É te esperar, aguardar o momento
Em meio ao tormento de não te tocar
Tudo em mim é teu e te chama
E eu não previa...
Que tu chegaria como a poesia
Desvirginando o papel em branco...
E que todo o pranto seria ao mesmo tempo
Tristeza, dor, felicidade e esperança e alegria
E que tudo em mim gritaria o teu nome
E que a fragilidade de existir
Explodiria como uma bofetada em meu rosto
Me fazendo provar o gosto
Desse sentimento em chama
Tudo em mim te pertence e te sente minha
E eu não previa...
E eu não sabia...
Tudo em mim te pertence
E eu não sabia...
Não sabia que te entregaria
Sem medida tudo o que sou
Que acordaria da escuridão
De minha angustiante alma
Para o brilho castanho esverdeados
Dos teus olhos de fogo
Tudo em mim é teu e te pertence
E eu não sabia...
Que era eu espera envelhecida
No porto de agonia divisando tua vinda
Que me jogaria em ti
Em desespero e aflição
E te estenderia com mãos
Ensangüentadas o próprio coração
Que minha ação única
É te esperar, aguardar o momento
Em meio ao tormento de não te tocar
Tudo em mim é teu e te chama
E eu não previa...
Que tu chegaria como a poesia
Desvirginando o papel em branco...
E que todo o pranto seria ao mesmo tempo
Tristeza, dor, felicidade e esperança e alegria
E que tudo em mim gritaria o teu nome
E que a fragilidade de existir
Explodiria como uma bofetada em meu rosto
Me fazendo provar o gosto
Desse sentimento em chama
Tudo em mim te pertence e te sente minha
E eu não previa...
E eu não sabia...
Crepúsculo em mim
31/03/2010 14h:20
Não consigo mais
Não suporto mais
Preciso do dia em sua plenitude
Não aguento tanto crepúsculo
Preciso de uma fresta ao menos
Para que eu possa divisar o sol
E não apenas o momento
Em que ele se deita para morrer a luz
Não suporto mais...
Não consigo...
Não finjo minha escuridão
E o meu desespero
Me mostrem um meio de levantar a luz
Que insiste em me virar as costas
Esse crepúsculo constante
Me aflige é como se não fosse noite
E não fosse dia...
Parece uma paralisia do tempo
Pausa na canção das horas
Não chego e não vou embora
Tudo em mim é triste e chora
Torna-se crepúsculo como estou agora
Não consigo mais
Não suporto mais
Preciso do dia em sua plenitude
Não aguento tanto crepúsculo
Preciso de uma fresta ao menos
Para que eu possa divisar o sol
E não apenas o momento
Em que ele se deita para morrer a luz
Não suporto mais...
Não consigo...
Não finjo minha escuridão
E o meu desespero
Me mostrem um meio de levantar a luz
Que insiste em me virar as costas
Esse crepúsculo constante
Me aflige é como se não fosse noite
E não fosse dia...
Parece uma paralisia do tempo
Pausa na canção das horas
Não chego e não vou embora
Tudo em mim é triste e chora
Torna-se crepúsculo como estou agora
domingo, 21 de março de 2010
Falta de ti
Sol, céu azul...
Nuvens brancas...
Verão, mares morrendo na praia
Do que vale tudo isso
Quando se acorda
Com um silêncio profundo na alma
Um silêncio que vai apagando as coisas
E impregnando todo o ar
Um silêncio veemente que machuca
Um silêncio que transforma vinho em sangue
Que rouba dos olhos o sonho e a esperança
Que faz de tudo em nós
Uma nota aguda de tristeza...
Que interroga e desnuda o próprio ser
Sol, céu azul
Nuvens brancas...
O voo dos pássaros
A ameaça da chuva...
E um silêncio crescendo
Tomando tudo a sua volta
A nota aguda toca aos ouvidos melancólica solidão
O dia não acaba e se arrasta nos ponteiros do relógio
E, eu vou mergulhando lentamente no silêncio
A saudade desagua como rio...
O silêncio passeia pelo meu corpo até escorrer em meus olhos
Nuvens brancas...
Verão, mares morrendo na praia
Do que vale tudo isso
Quando se acorda
Com um silêncio profundo na alma
Um silêncio que vai apagando as coisas
E impregnando todo o ar
Um silêncio veemente que machuca
Um silêncio que transforma vinho em sangue
Que rouba dos olhos o sonho e a esperança
Que faz de tudo em nós
Uma nota aguda de tristeza...
Que interroga e desnuda o próprio ser
Sol, céu azul
Nuvens brancas...
O voo dos pássaros
A ameaça da chuva...
E um silêncio crescendo
Tomando tudo a sua volta
A nota aguda toca aos ouvidos melancólica solidão
O dia não acaba e se arrasta nos ponteiros do relógio
E, eu vou mergulhando lentamente no silêncio
A saudade desagua como rio...
O silêncio passeia pelo meu corpo até escorrer em meus olhos
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